• Ana Paula Ostapenko

10 perguntas pra Bianca Garutti


Toda semana teremos uma pessoa pra falar sobre o que faz e pra começar essa série de perguntas e respostas, entrevistamos Bianca Garutti, criadora de filtros, fazedora de brownies e dançarina de dança do ventre, dentre seus outros 838 empreendimentos. Bianca é uma pioneira na criação de filtros aqui no MS e conta mais da sua vida pra gente nessas 10 perguntas:


Quem é Bianca Garutti?

Eu sou bianca, tenho 32 anos, sou de Três Lagoas, eu tenho várias profissões, todas estão relacionadas a alguma arte, de alguma forma, não tenho conseguido levar todas simultaneamente mas ainda consigo carregar todas de alguma forma.


Empreendedorismo vem de berço?

Meus pais sempre tiveram empreendimentos próprios e eu sempre via como “algo a não se fazer” é muito dificil vc ter o seu próprio negócio, mas desde os meus 14 anos tudo que eu faço é inventar algo que é meu, que eu mesma faço, eu mesma vendo, enfim, meus negócios


Quantos negócios você tem hoje?

Hoje eu trabalho essencialmente pra criação de filtros para redes sociais e sigo com a bownie bee que é uma fábrica de brownies de chocolate belga e sabores bem interessantes, tenho alguns outros negócios que estão em stand by, como a dança do ventre, que parou por conta da pandemia. Atrelado a esse meu momento de dança eu tenho meu ateliê, onde eu produzia meus próprios figurinos e o último deles que por conta de tempo não consegui mais manter é a marca de camisetas divertidas e femininas e com tecidos leves.


Como é ser uma pioneira na criação de filtros em MS?

è muito louco, interessante, emocionante e ao mesmo tempo muito lado B demais, desconhecido, por mais que as redes sociais estejam aí presente na vida de todos, as pessoas ainda não tem, assim tanta atenção nas coisas que formam parte da rede e uma delas é o filtro, é recente algum reconhecimento aqui no MS, por muito tempo eu fiz filtros pra fora, com reconhecimento, nacional e até internacional e ainda a maioria das pessoas daqui não entendem o que eu faço.


Quais filtros que você mais gostou fazer e o que menos gostou?

É difícil dizer o que eu menos gostei, pq é muito incrível essa experiência, é a vanguarda e é muito legal, estar fazendo parte desse momento.


Quais são suas inspirações ?

As minhas inspirações são diversas, eu sempre tento traduzi-las da forma mais real possível, principalmente por estarmos vivendo esse momento de isolamento, com o filtro você pode vivenciar um momento que só seria possível fora de casa, ou com outras pessoas e trazer isso pra tela do seu celular é proporcionar uma experiência nova, quase real e sem um custo. Sempre que eu busco uma inspiração é isso, buscar algo real fora do real. Desde que eu entrei nesse mundo, eu pude conhecer artistas incríveis, e ver como cada um se expressa na sua arte de criação de filtros e essas pessoas fazem parte de uma lista enorme de pessoas que me inspiram.


Vamos falar de pandemia, o que ela te ensinou?

A Pandemia virou minha cabeça e minha vida ao contrário, porque eu vivia de evento, vivia de estar com pessoas, eu vivia de animar festas, e isso mudou completamente, hoje a minha profissão é 100% diferente do que eu vivia há um ano, a minha vida se voltou completamente pro online, uma mudança muito drástica. A dança que era uma parte imensa da minha vida parou completamente, eu vinha com as coisas equilibradas e simultâneas, a partir de março de 2020 mudou completamente. A Pandemia me obrigou a mudar e foi maravilhoso isso!


Do que você sente mais saudade?

Eu sinto saudade de pessoas, mas eu não sei se eu me descobri uma pessoa caseira, que ama estar em casa. Claro, eu sinto falta de encontros, mas eu gostei dessa minha versão caseira


Planos pro futuro ou deixa acontecer naturalmente?

A gente sempre quer ter planos para o futuro, ao mesmo tempo que é difícil controlar isso, a gente não tem controle de nada, eu embarque numa coisa que é muito nova, sou uma das primeiras profissionais que existiram nessa profissão, eu não sei pra onde isso vai, sei que a tecnologia estará cada vez mais presente na nossa vida, eu pretendo continuar surfando na onda da tecnologia pra onde ela for, mas eu não sei pra onde ela vai e assim fica difícil fazer planos, ao mesmos tempo que isso traz uma ansiedade, uma insegurança, que vc não tem como programas, é muito controlar a minha mente, tentar entender o que eu tenho na mão, fazer projeções talvez do que possa vir, mas são só possibilidade.


Um recado pro seu “Eu do Futuro”?

Espero que eu tenha tomado as decisões certas, que eu realmente consiga continuar me desenvolvendo, continuar acompanhando, continuar abrindo a minha mente, continuar aprendendo e que o meu eu do futuro possa me olhar e falar “olha lá, tava só no comecinho tadinha, que bom que ela evoluiu!”


Siga Bianca:

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@browniebee.cg


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